Política em Foco

Por Augusto Santtos



08/04/19 04h56   Política Imprimir

 

Janela partidária

Com receio de perder seus mandantos dificilmente algum vereador vai esse ano trocar de partido, todos vão aguardar a “janela partidária” de 2020. “A legislação eleioral diz que só é possível mudar de partido, sem risco de perder o mandato, quando houver incorporação ou fusão do partido, desvio de programa partidário ou grave descriminação pessoal”.

Em 2015, o Congresso incorporou a possiblidade de desfiliação, sem justificativa, durante a janela em ano eleitoral. Se o parlementar se desfiliar do partido fora do período de janela, sem justa causa, a legenda pode recorrer à Justiça Eleitoral e pedir a perda do mandato por infidelidade partidária, pois o entendimento é que o mandato pertence ao partido, e não ao eleito.

Aliança partidária minimizada

O prefeito de Estância Gilson Andrade dificilmente fará novamente uma aliança com 18 partidos. O fim das coligações proporcionais/a cláusula de barreira e a conjuntura política não conspiraram nessa direção. Então, há quem diga que o agrupamento de Gilson deve ficar “alojado” em no máximo cinco ou seis partidos.

PSOL dialoga    

Depois de conversar com o PSB de Tito Magno, Dr. Cristóvão; do PT, de Dominguinhos, Artur; foi a vez do PSOL conversar com o PDT de Magno de Jesus, de Uilson Salva Vidas. Agora o PSOL quer conversar com o PV de César Franco e Jucinar Almeida  

Renovação

O ex-candidato a vereador professor Paulo André e assinante da coluna Tablado do períodico Folha da Região, afirmou na edição de fevereiro que novas forças políticas articulam-se de olho na câmara municipal. Ele acredita que o parlamento estanciano terá fatalmente uma grande renovação. 

Reforço

Ubiratan Ribeiro (Bira), ex-presidente do PSOL da cidade de Embu das Artes-SP retornou para a cidade de Estância-SE. Ele foi responsável pela comunicação estadual do partido em São Paulo. Além de membro do Movimento Negro Círculo Palmarino. Bira é um reforço para o “time político” de Márcio Souza.

         O “instituto” da reeleição

Pascoal Nabuco em seu livro “Tributo a cidadania”, afirmou que em Estância, o instituto da reeleição não vinga. “O eleitorado estanciano logo após a posse do eleito já está na oposição. É do tipo “se há governo, sou contra”. Zé Nelson tentou não vingou, Carlos Magno também não. Então como explicar a reeleição de Ivan Leite? Será que ainda continua assim?   

Seu Neneco 

Manoel da Paixão França Fróes (Neneco) elegeu-se em 1970 prefeito de Estância para um mandato de dois anos, um político populista e de poucas letras, mas um homem honrado.

Perguntaram-lhe quais eram os seus planos para a zona rural. Ele de pronto respondeu: “A zona eu vou transferir para um local mais distante das famílias estancianas e quanto a rural, desejo trocá-la por uma mais nova…”. Extraído do livro Tributo a  cidadania  de Manuel Pascoal Nabuco D´avila.

 

 

Jornal Folha Da Região